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UERJ DE SG SUSPENDE AULAS POR GREVE E INSEGURANÇA

Uma paralisação dos professores da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), em São Gonçalo, marcada para ontem acabou se estendendo para hoje, devido à insegurança que toma conta do Campus do Patronato. A decisão de suspender as atividades foi tomada em em assembleia convocada pela Associação dos Docentes da Uerj (Asduerj), na última terça-feira, no Maracanã, Rio. Mas as aulas encerradas sob tiros que teriam sido disparados da favela do Feijão, no Paraíso, na quarta-feira, forçaram atitude mais drástica.


“Ninguém está em paz na universidade. O professor não sabe dá aula ou vigia a janela, com medo de que aconteça algo. Os alunos idem. A ordem é de avaliar diariamente a situação e depois dos tiros de quarta-feira optamos por retomar as atividades somente na segunda-feira (27)”, explica o Manoel Santana, diretor da Faculdade de Formação de Professores (FFP/Uerj).
De surpresa


O campus de São Gonçalo que tem mais de 2.500 alunos circulando diariamente, ontem, estava deserto. Apesar de a universidade emitir comunicados, houve quem foi pego de surpresa. Thiago da Silva, de 26, aluno do sétimo período de licenciatura em História esperava assistir às aulas normalmente.


“Participo de diversos grupos da faculdade, mas não fiquei sabendo. Amanhã (hoje) eu também teria aula, mas pelo menos já estou avisado e vou ficar em casa”.

A reivindicação


Segundo representantes da Asduerj, entre as reivindicações estão o reajuste salarial de 6% e pagamento do adicional de dedicação exclusiva para aposentadoria dos professores. Também protestam contra o veto do governador Luiz Fernando Pezão à emenda na Lei de Diretrizes Orçamentárias. A emenda destinaria 6% da receita tributária líquida do estado para instituições de ensino superior estaduais a partir de 2015.


Na pauta interna, os professores criticam um conjunto de medidas da reitoria, entre elas a discriminação entre professores assistentes e auxiliares. A reitoria sugere para os assistentes, com carga semanal de 40 horas, o máximo de dez horas de pesquisas, enquanto os auxiliares não terão nenhuma. Também propuseram a redução para, no máximo, oito horas da carga de pesquisa para professores adjuntos, associados e titulares com 20 ou 30 horas. Além disso, a reitoria anunciou novos critérios para o Banco de Produção Científica, não pontuando as práticas de orientação de monografia, monitoria e estágio.

A Tribuna

Uma médica do quadro do Hospital Municipal Conde Modesto Leal, no Centro de Maricá, vai responder criminalmente a processo por tentativa de homicídio e omissão de socorro, ao atropelar na manhã de ontem um vigilante da unidade, durante um “ataque de fúria” no estacionamento do hospital. A vítima, identificada como Luís Eduardo Simão Barroso, de 33 anos, sofreu várias escoriações e foi medicado no local.


De acordo com registro na 82ª DP (Maricá), na manhã de ontem a médica chegou na unidade conduzindo seu carro e foi informada pelo vigilante que não havia vaga no estacionamento do hospital. O local estava demarcado com cones e a médica insistiu para estacionar no local. Quem também insistiu foi o vigilante, que passou argumentar com a médica que não havia vaga para ela estacionar. Como a agressora manteve sua posição, o vigilante ainda tentou impedi-la entrando na frente do carro, mas a médica acelerou, atingido e arremessado o vigilante a certa distância.


Com várias escoriações, a vítima foi socorrida por populares e ficou algum tempo desacordada antes de ser medicada no próprio hospital. Além de não ajudar a socorrer o vigilante, polícia foi informada que a médica ainda chegou a fazer o seguinte comentário olhando para a vítima desacordada: “Não adianta ficar fingindo não”. Policiais da 82ª DP informaram que a médica vai responder a processo por tentativa de homicídio e omissão de socorro.

A Cedae inaugurou nesta quinta-feira (23) as obras de implantação do sistema de abastecimento de água dos distritos de Inoã e Itaipuaçu, em Maricá. Orçadas em cerca de R$ 70 milhões, as obras beneficiam diretamente cerca de 47 mil habitantes e incluem a construção de dois reservatórios, adutora, redes distribuidoras e um booster (conjunto de bombas que regula a pressão na rede). A obra, que vai triplicar a vazão atual, reforça o abastecimento da região no entorno do Comperj.


O empreendimento integra o Programa Água para Todos do governo do Estado e é fruto de parceria entre os governos estadual, através da Cedae, e federal, no âmbito do PAC. Com a implantação da primeira fase do empreendimento será iniciado o trabalho de topografia para o projeto da segunda fase, incorporando novos logradouros com redes ainda não implantadas.


O projeto incluiu a construção do Reservatório Inoã, com capacidade de armazenar 2 milhões de litros de água; o Reservatório de Itaipuaçu, com capacidade de 4 milhões de litros; uma adutora de água tratada com cerca de 10 quilômetros de extensão e diâmetros variando entre 200 milímetros e 600 milímetros; tronco distribuidor com cerca de sete quilômetros de extensão e diâmetros entre 300 milímetros e 400 milímetros e a construção do sistema de bombeio booster Ipiíba, com três conjuntos motor-bomba.


“Além disso, também foi construída a rede distribuidora de Inoã, com 43 quilômetros de extensão e diâmetros entre 50 milímetros e 400 milímetros; a rede distribuidora de Itaipuaçu, com 159 quilômetros de extensão e diâmetros entre 50 milímetros e 500 milímetros, e foram executadas 11.300 ligações domiciliares: 4 mil em Inoã e 7.300 em Itaipuaçu”, disse o presidente da Cedae, Wagner Victer.

Delegada Tatiene Damaris foi encontrada morta em casa, na Zona Oste do Rio de JaneiroA delegada da Polícia Civil do Rio de Janeiro Tatiene Damaris foi assassinada no início da tarde desta quinta-feira pelo marido, após um desentendimento na casa onde viviam, no bairro de Realengo, Zona Oeste da cidade. Logo que o corpo foi encontrado por policiais, com marcas de agressão, levantou-se a suspeita de que ela poderia ter sido executada em função do trabalho que chegou a desenvolver no combate às milícias. O marido, identificado como Alessandro Oliveira Furtado, entretanto, foi levado para a sede da Divisão de Homicídios (DH) já como suspeito, pois apresentava arranhões que caracterizavam sinal de luta. À noite, ele confessou o crime e foi autuado por homicídio.

O assassino ainda teria tentado simular uma outra motivação, criando a hipótese de latrocínio (roubo seguido de morte), mas as perícias iniciais indicam que a delegada foi morta por asfixia mecânica, por esganadura, com ação contundente no rosto, especificamente no nariz e na boca, provavelmente em virtude de socos desferidos pelo marido.

Tatiene foi encontrada na cozinha da casa, que não apresentava qualquer sinal de arrombamento. Policial desde 2005, quando começou a carreira como papiloscopista, a vítima tornou-se delegada em 2008 e passou por três delegacias da Zona Oeste, onde chegou a fazer investigações contra milícias. Ela era a delegada-assistente em Santa Cruz..

Veja.com

O comandante do 7º BPM (São Gonçalo), coronel Fernando Salema, divulgou nesta quarta-feira, através da internet, um vídeo onde pede calma à população de São Gonçalo, referindo-se à onda de boatos que a cidade enfrentou, quando comércio e escolas foram fechados, devido ao clima de insegurança nas ruas gerado pelos rumores.

 

No vídeo, divulgado em grupos do WhatsApp, o comandante do Batalhão de São Gonçalo tranquiliza os moradores da cidade e pede para que confirmem acontecimentos e acionem a Polícia Militar antes de sair reproduzindo informações que receberam.

 

“Gostaria de pedir à população de São Gonçalo para que todos tenham uma vida tranquila, que não acreditem nesses boatos e não compartilhem essas inverdades. Isso só traz insegurança e inquietação para toda a cidade. Confiem na polícia e nos avisem para que possamos confirmar o que está acontecendo”, pede o comandante Salema.

 

Boataria – Nesta quarta-feira, diversos comentários sobre ações criminosas em São Gonçalo foram divulgados e reproduzidos pelas redes sociais. A onda de boataria levou ao fechamento de escolas públicas e particulares, bem como de comércios em vários bairros do município.

 

Os moradores de São Gonçalo estão assustados depois dos confrontos na tarde da última terça-feira (21), quando traficantes de duas facções criminosas ameaçaram os moradores do Morro do Feijão, no Paraíso, e dos morros do Simão, Jurumenha e Bandeira, no Porto Velho, avisando que haveria mais um confronto entre os bandos.

 

Eles decretaram toque de recolher para impedir que moradores saíssem de casa e ordenaram o fechamento do comércio. À noite, houve intenso tiroteio entre traficantes.

 

O Fluminense

Muitos outros comércios e instituições de ensino, como a Uerj, também fecharam as portas. Foto:Fotos Leonardo FonsecaComerciantes e moradores receberam ordens de traficantes de drogas de São Gonçalo para fecharem as portas e não saírem de casa à noite. Também houve ameaças de atear fogo em coletivos que circulam pelas principais vias das ruas do município, que foram reproduzidas nas redes sociais, gerando medo entre a população.

 

Pelo segundo dia consecutivo, alunos da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), na Rua Dr. Francisco Portela, no Paraíso, foram dispensados devido aos tiroteios no Morro o Feijão. A onda de boatos também chegou a Niterói. Por questões de segurança, o Centro Universitário Anhanguera suspendeu as aulas noturnas. Muitas pessoas deixaram o trabalho mais cedo por receio de ações criminosas.

Os comandantes dos Batalhões de São Gonçalo (7º BPM) e Niterói (12º BPM), no entanto, disseram que as ameaças não passaram de boatos. Mesmo assim, eles disseram que reforçaram o policiamento nas cidades.

 

No Terminal Rodoviário João Goulart, também por volta das 19h, muitos ônibus ficaram presos nos engarrafamentos e os pontos lotados em algumas baias. O Sindicato das Empresas Rodoviárias do Estado do Rio (Setrerj), no entanto, informou através de nota que nenhuma informação de redução ou mudança nos itinerários dos ônibus estavam previstas para esta quarta-feira.

 

Ainda em Niterói, moradores do Buraco do Boi receberam mensagens pelo WhatsApp atribuídas a um traficante local ordenando que todos ficassem em casa após as 21 horas. A mensagem, segundo o comandante do 12º BPM, Gilson Chagas, pode ter sido disseminada por qualquer um com intenção de gerar pânico. “A internet é livre e qualquer pessoa pode usar para passar informações erradas”.

 

São Gonçalo – Nos bairros Boassu, Portão do Rosa, Porto Velho, Porto Novo, Porto da Madame, Barro Vermelho, Galo Branco e Praça Zé Garoto e Centro, parte do comércio que normalmente fica aberto após às 18 horas cerrou as portas à noite. Nas principais ruas desses bairros era pouca a movimentação de pessoas.

 

No Morro do Feijão, dois casais carregando sacolas com roupas foram vistos deixando a comunidade. Segundo populares, eram moradores que não passariam a noite no local, temendo ações criminosas.

Em São Gonçalo, o policiamento foi intensificado principalmente na Rua Dr. Pio Borges, na Covanca, onde os comerciantes foram obrigados a baixar as portas na terça-feira (21) por causa de ameaças. Com a presença da polícia, o comércio dos quatro bairros voltou a funcionar normalmente pela manhã, mas o clima ainda era de tensão.

 

No Paraíso, algumas escolas públicas em pontos de acesso à comunidade do Feijão optaram por permanecer com as portas fechadas. Os alunos foram obrigados a retornar para casa.

Quanto mais os agentes da Polícia Federal investigam, mais descobrem e aumentam o volume da apreensão milionária do chefão do tráfico Antônio Hilário Ferreira, o Rabicó, apontado como nº 1 da venda de drogas no Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo, e um dos antigos líderes do Complexo da Mangueira, no Rio. Num intervalo de dois meses, os agentes já teriam apreendido uma espécie de “tesouro”, que havia sido espalhado em vários locais, totalizando mais de R$ 6 milhões, na forma de grande quantidade de drogas, dinheiro, armas e até barras de ouro, descobertas na última terça. Vale ressaltar que o traficante está preso desde de 2008 e, mesmo assim, o “patrimônio ilícito”, proveniente do crime, nunca parou de crescer.


Na terça, os agentes federais foram até a cidade de Muriaé (Minas Gerais), onde residiriam familiares de Rabicó, e no local, enterrado sob o assoalho da residência, encontraram e apreenderam mais de 20 quilos em barras de ouro, avaliadas em cerca de R$ 2 milhões. O ouro, segundo fontes policiais, seria o resultado da conversão do dinheiro do faturamento ilícito dos pontos de venda de drogas que o criminoso controlaria e “administraria” mesmo de dentro da cadeia. 

OUTRAS DESCOBERTAS
No mês de setembro os federais já haviam apreendido numa ação simultânea nos complexos do Salgueiro e da Mangueira mais de R$ 3,5 milhões (em espécie), além de uma carga de 51 quilos de cocaína. Também na ação quatro pessoas foram presas – um dos acusados engenheiro florestal - num duro golpe contra o chamado “braço financeiro” da organização criminosa, investigada há pelo menos seis meses. 


Também em setembro a Polícia Rodoviária Federal (PRF) já havia interceptado, na Ponte Rio-Niterói, uma remessa de quatro fuzis avaliados em cerca de R$ 80 mil no mercado negro. As armas seguiriam para São Gonçalo (Complexo do Salgueiro) e mais dois homens foram presos. Fontes policiais confirmaram ainda que continua a investigação e o trabalho de levantamento sobre as finanças do tráfico e uma das vertentes, segundo eles, seriam as contas abertas por Rabicó (em nome de terceiros) para acobertar o dinheiro proveniente do tráfico, além de imóveis e carros adquiridos no Rio e outros estados. 


Rabicó foi preso há seis anos (em março de 2008) em uma mansão situada à beira-mar, na praia da cidade de Mamanguape, a cerca de 50 km de João Pessoa (Paraíba). Na época estimava-se que ele controlaria o tráfico no Complexo do Salgueiro há pelo menos duas décadas. Também na ocasião agentes da 6ª DP (Cidade Nova) revelaram que Rabicó havia permanecido pelo menos oito meses na Paraíba, se passando por um empresário ligado ao ramo de reciclagem e dono de uma oficina mecânica. Na época a polícia acusou Rabicó de ter ordenado vários ataques a ônibus, que foram incendiados na área da 72ª DP (Mutuá).

A Tribuna

Incursão do 12º BPM começou por volta de 06h na comunidade Sitio de Ferro, em Pendotiba. Foto: Júlio SilvaUma troca de tiros entre traficantes de drogas da comunidade Sitio de Ferro, na região de Pendotiba, em Niterói, e militares do 12º BPM (Niterói), terminou com a captura de cinco acusados de tráfico de drogas, na manhã desta quarta-feira. Ninguém ficou ferida. Segundo a PM, entre os detidos estão dois menores. Além disso, um dos acusados foi identificado pelo apelido de ‘Samango’, sendo apontado como o responsável pela mistura química das drogas na região. Um muro de contensão usado por traficantes para efetuar disparos contra os policiais foi destruído.

 

A Polícia Militar não informou se Samango teria algum tipo de especialização na área química.

 

A incursão dos PMs na localidade teve início por volta de 6h. Durante a operação realizada por homens do Grupamento de Ações Táticas (GAT), em conjunto com Grupamento Tático de Polícia de Proximidade (GTPP), da 2ª Cia, dos morros do Estado e Palácio, foram apreendidos 1582 pinos de cocaína, no valor de R$ 10, cada e 146 tabletes de maconha, avaliado em R$ 50, cada.

 

Além das drogas, material para embalagem dos entorpecentes, balanças de precisão, facas e cadernos de anotações dos traficantes, foram encontrados em duas residências da comunidade que estavam abandonadas. A PM descartou a hipótese de que as casas seriam usadas como Quartel General (QG) do tráfico. Nenhuma arma foi apreendida pelos policiais.

 

Segundo a PM, todos os cinco suspeitos foram encaminhados para a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (Dpca), no Centro de Niterói, onde a ocorrência foi registrada.

 

Os acusados, Vagner Ferreira da Costa, de 27 anos, Gabriel Ferreira de Souza, conhecido como ‘Samango’, de 21, e Heitor Monteiro Matreiro, de 19 anos, foram indiciados pelos crimes de associação para o tráfico, corrupção de menores e tráfico de drogas. Já os adolescentes, de 15 e 17 anos, foram autuados por associação para o tráfico e por tráfico de drogas.


O Fluminense

Com objetivo de evitar novos confrontos, estão sendo realizadas incursões em algumas comunidades. Foto: Colaboração Anderson JustinoO dia amanheceu com policiamento reforçado nos bairros Paraíso, Barro Vermelho, Covanca e Porto Novo, em São Gonçalo, nesta quarta-feira (22). Ontem, um novo confronto entre traficantes das facções criminosas rivais Comando Vermelho (CV) e Amigos dos Amigos (ADA), que travam uma guerra há pelo menos duas semanas pelo controle das bocas de fumo da região, fez com que o comércio fechasse as portas.

 

O policiamento foi reforçado pelo 7º BPM (São Gonçalo), principalmente na Rua Dr. Pio Borges, na Covanca, onde os comerciantes foram obrigados a baixar as portas na terça-feira (21) por causa de ameaças. Por volta das 15h30, traficantes de drogas trocaram tiros na Travessa Simão, principal via de acesso ao Morro do Simão e, com medo de serem atingidos, moradores entraram em pânico e se trancaram, dentro de suas casas.

 

Com a presença da polícia, o comércio dos quatro bairros está funcionando normalmente, mas o clima ainda é de tensão. Com objetivo de evitar novos confrontos, estão sendo realizadas incursões em algumas comunidades.

Mortes – No último domingo (19), dois homens foram mortos e seis pessoas feridas, incluindo duas crianças, durante tiroteio envolvendo criminosos das duas facções, próximo à Praça do Mineirinho, em Santa Catarina. De acordo com a Polícia Civil, os homens assassinados seriam um traficante da região conhecido como Márcio Vinicius Navega, o “Sirizinho” e Adriano Rosa do Nascimento, ambos com 25 anos. Sirizinho seria ligado à facção criminosa Amigos dos Amigos (ADA) e teria saído do sistema prisional a pouco tempo. A Polícia Civil informou ainda que Adriano não tinha passagens pela prisão.

 

Medo – Na tarde de terça-feira (21), traficantes das duas facções criminosas ameaçaram os moradores do Morro do Feijão, no Paraíso, e dos morros do Simão, Jurumenha e Bandeira, no Porto Velho, avisando que haveria mais um confronto entre os bandos. Eles decretaram toque de recolher para impedir que moradores saíssem de casa e ordenaram o fechamento do comércio. À noite, houve intenso tiroteio entre traficantes.

 

Mortes – No último domingo (19), dois homens foram mortos e seis pessoas feridas, incluindo duas crianças, durante tiroteio envolvendo as duas facções, próximo à Praça do Mineirinho, em Santa Catarina. De acordo com policiais do 7º BPM (São Gonçalo), os homens assassinados seriam o traficante da região conhecido como “Sirizinho” e o outro, identificado apenas por Adriano, ambos da fação ADA.

 

O Fluminense

O reajuste médio da conta de luz já chega a 17,63% neste ano, maior do que o estimado pelo Banco Central (BC) em seu último Relatório Trimestral de Inflação, divulgado em setembro, que previa aumento de 16,8%. O preço médio, porém, pode subir mais até o fim do ano, porque ainda faltam oito distribuidoras, de um total de 56 no país, reajustarem suas tarifas. No total, 68,7 milhões de unidades consumidoras (famílias, comércio e indústrias) já tiveram suas contas reajustadas neste ano, sendo que a tarifa média para grandes consumidores (indústria, por exemplo) subiu 18,20%, enquanto pequenas unidades, como residências, teve aumento médio de 17,41%.

Na terça-feira, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou a elevação de 22,43% em média das contas dos consumidores da CPFL Piratininga, que atende 1,6 milhão de unidades consumidoras em Santos, Sorocaba, Jundiaí e outros 24 municípios do litoral e do interior de São Paulo.

Outras 1,7 milhão de unidades consumidoras de 28 municípios do Estado de São Paulo (regiões de Alto do Tietê e Vale do Paraíba) também terão suas tarifas de luz acrescidas em 21,93% em média. Elas são atendidas pela companhia Bandeirante Energia. 

Por fim, também foi aprovado na terça o reajuste de 13,69% da DME Distribuição, que fornece energia para 70 mil pessoas em Poços de Caldas (MG). 

Ainda passarão pelo processo de reajuste tarifário neste ano as distribuidoras Light, Boa Vista Energia, Amazonas Energia, Companhia Energética de Roraima (CERR), Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA), Centrais Elétricas de Rondônia (Ceron), Companhia de Eletricidade do Acre (Eletroacre) e Companhia Sul Sergipana de Eletricidade (Sulgipe).

(Com Estadão Conteúdo)

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Dados colhidos a partir de 17/10/2011