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A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou ontem, em segunda discussão, o projeto de lei 1.581/12, que altera os dispositivos da Lei 5.934/11. A norma a ser modificada dispõe sobre a possibilidade de acúmulo das franquias de minutos mensais ofertadas pelas operadoras de telefonia. O texto votado determina que as empresas de telefonia fixa e móvel sejam obrigadas a transferir automaticamente, para os meses subsequentes e de forma cumulativa, os minutos de franquia não utilizados no mês de referência.
“Muitas operadoras sequer informam o saldo utilizado no período. Por outro lado, o texto não prevê qualquer penalidade em função do seu descumprimento. O projeto aprimora e amarrada essas necessidades”, alega o autor da proposta, deputado Zaqueu Teixeira (PT). O projeto segue para o governador Luiz Fernando Pezão, que terá 15 dias úteis para sancioná-lo ou vetá-lo. 

Uma denúncia anônima no final da tarde desta quinta-feira, mobilizou agentes da Divisão de Homicídios de Niterói, Itaboraí e São Gonçalo (DHNSG) e do Grupamento de Ações Táticas (GAT) do 12º BPM (Niterói) para tentarem descobrir onde estaria o corpo de Daniel Tinco, apontado como gerente do tráfico de drogas dos Morro do Estado e da Chácara, localizados no Centro de Niterói. O corpo teria sido abandonado no porta-malas de um carro ainda não identificado.

O veículo teria sido abandonado em uma das ruas, que cercam os dois morros. Uma das ruas vasculhadas pelos policiais foi a Andrade Neves, principal via de acesso as duas comunidades.

O delegado Wellington Vieira, titular da DHNSG, confirmou o fato, afirmando que policiais do Setor de Investigações da divisão receberam a informação recebida de maneira anônima”. Sabemos que a informação merece credibilidade. O informante segundo, o delegado teria afirmado que os responsáveis pelo suposto crime seriam da própria comunidade.


O FLUMINENSE

A Polícia Militar prendeu na noite desta quarta-feira, um estudante universitário acusado de assaltar um pedestre no bairro da Manilha, em Itaboraí, e de ter estuprado uma mulher em são Gonçalo.

 

De acordo com a PM, Vinícius Pereira Thurler, de 28 anos, estava armado e teria abordado o pedestre utilizando um veículo, modelo Pegeout vermelho. Após o roubo, a vítima avisou agentes do 35º BPM que conseguiram interceptar o veículo e prender o assaltante no bairro de Santo Antônio, ainda no município.

 

Não houve confronto e nem resistência à prisão. O acusado e o veículo foram levados para 71 DP (Itaboraí). Em depoimento, Vinícius disse ser estudante de Engenharia Civil e cometeu o crime por estar sem dinheiro. Ainda na distrital, durante averiguações, agentes identificaram que o carro utilizado pelo preso fazia parte de uma outra ocorrência registrada na 74 DP (Alcântara), no bairro do Laranjal em São Gonçalo, relacionada a um estupro no último dia 6, onde uma vítima foi abordada por um homem, que estava armado, obrigando a mulher a entrar no veículo onde o crime foi cometido.

 

A vítima foi chamada na delegacia e reconheceu Vinícius como sendo autor do crime.


O Fluminense

Segundo gerente do estabelecimento, parte do grupo de mulheres distraiu funcionários e segurança próximo à vitrine enquanto uma delas foi até o fundo da loja e entrou no estoque para furtar aparelhos celulares e modens.Reprodução do circuito interno de segurançaUma loja de aparelhos de telefonia celular da Oi localizada no terceiro andar do Plaza Shopping, no Centro de Niterói, foi alvo de um grupo de mulheres que cometeu furto, na noite da última segunda-feira. As mulheres entraram na loja por volta das 21h e, após distraírem três funcionários, levaram os aparelhos que estavam no estoque do estabelecimento. Foram furtados, em apenas três minutos, 28 aparelhos de celular e modens de internet, causando prejuízo de R$ 12,8 mil.

 

Segundo o gerente da loja, a franquia também trabalha com atendimento de telemarketing. Dois dias após o furto, quando uma funcionária recebeu o pedido de uma cliente sobre um aparelho e verificou que o modelo continha no sistema, mas não estava no estoque, é que eles recorreram às imagens das câmeras do circuito interno de segurança para tentar descobrir o que aconteceu.

 

“Começamos a ver as imagens e então nos surpreendemos com algumas mulheres entrando em áreas destinadas para os funcionários. Teve aparelho furtado que custava R$ 3 mil”, disse o gerente do estabelecimento.

 

No momento do furto, haviam apenas três funcionárias que estavam no local, segundo o gerente, por causa do horário, já que não havia tanta movimentação na loja. Nas imagens, é possível observar que um grupo de mulheres distrai os funcionários com perguntas. Enquanto isso, outras mulheres se aproveitam da distração, entram no estoque da loja, pegam uma bolsa e começam a colocar os aparelhos. Uma mulher fica na porta de entrada da sala, observando para ver se algum funcionário entrava.

 

“Tem uma joalheria na frente da nossa loja. Algumas mulheres ficaram na frente da porta fazendo perguntas, justamente para tirar a atenção dos vendedores e impedir a visão do segurança. Foi tudo planejado”, disse o gerente.

 

O registro foi feito na noite de quarta-feira, na 76ª DP (Centro). Segundo o gerente, as mulheres podem ter agido em outras duas lojas do shopping, em março e maio deste ano. Ainda segundo ele, hoje uma reunião será feita com seguranças do shopping para análise das imagens de segurança.


O FLUMINENSE

Pessoas foram revistadas pela polícia em comunidades da Zona Norte, Sul e também na Região Oceânica.Foto: Júlio SilvaUma megaoperação para combater o avanço do tráfico de drogas, em especial em localidades de atuação da facção criminosa Comando Vermelho (CV), nas zonas Norte, Sul e Região de Pendotiba, em Niterói, foi realizada durante toda esta quarta-feira (18) pela Polícia Militar. Pelo menos cinco diferentes localidades da cidade, além do conjunto de favelas do Complexo do Caramujo, que é formado por oito comunidades, foram alvos das ações policiais que ocorreram simultaneamente. A megaoperação, que contou com o apoio do veículo blindado (Caveirão) da PM e com cães farejadores, foi liderada pelo comando do 12º BPM (Niterói), em conjunto com o Comando de Operações Especiais (Coe). Durante a operação, um homem acabou preso.

 

De acordo com a PM, a operação, que contou com pelo menos 150 policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope), Batalhão de Polícia de Choque (BPChoque) e Batalhão de Ações com Cães (Bac), além de agentes do Grupamento de Ações Táticas (GAT) e do Setor de Inteligência (P2) do 12º BPM, teve início por volta de 5h. Só no Complexo do Caramujo, que compreende as comunidades da Lagoinha, Bonfim, Caixa D’água, Igrejinha, Mangueirinha, Biquinha, Novo Mundo e Morro do Céu, na Zona Norte da cidade, foram 100 homens envolvidos.

 

Durante a operação na Zona Norte, que foi acompanhada pelo comandante do 12º BPM, coronel Gilson Chagas, houve registro de confronto com traficantes, no momento da entrada dos policiais, em pontos considerados de atuação dos criminosos. Nenhuma pessoa ficou ferida. Drogas, radiotransmissores e munições de diversos calibres foram encontrados pelos militares. O material apreendido não havia sido contabilizado pela polícia até o fechamento desta edição.

 

Também no Caramujo, um homem suspeito de envolvimento com o tráfico de drogas acabou capturado, usando colete à prova de balas, na localidade da Barreira, nas Palmeiras. Com ele segundo a polícia, foram encontrados um radiotransmissor e munições de fuzil calibre 762. Além do Complexo do Caramujo, as outras comunidades de Niterói que sofreram intervenção da Polícia Militar, foram: Igrejinha (Largo da Batalha), Grota do Surucucu (São Francisco), Rato Molhado (Sapê), Sítio de Ferro (Pendotiba) e Ititioca. Ainda segundo a polícia, algumas dessas localidades estariam abrigando criminosos oriundos da capital, onde foram implantadas Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs).

 

O coronel Chagas afirmou que dará continuidade às ações de combate ao tráfico de drogas em Niterói. “Essa operação de hoje é uma resposta da PM aos traficantes que atuam nessa região. Nosso objetivo é o de intensificar as ações em comunidades que registram alto número de confronto com a PM e que estão ligadas à mesma facção criminosa. Hoje recebemos o apoio do Coe e pretendemos dar continuidade a essas operações", disse.


O Fluminense

Três disparos, muito bate-boca, nenhum ferido. Por volta das 16h de ontem, uma briga de trânsito no cruzamento das ruas Doutor Borman com José Clemente, no Centro de Niterói, chegou aos extremos. Depois de sofrer uma “fechada”, o motorista de uma picape – ambos não identificados – discutiu com um cabo eleitoral e atirou três vezes contra o carro da vítima. O atentado provocou corre-corre e espalhou pânico em um dos pontos mais movimentados da cidade.


O fato de a vítima trabalhar na campanha do candidato a deputado estadual André Lazaroni chamou a atenção de quem presenciou a cena e até da polícia. Boatos de atentado político, entre outras motivações para o crime, se espalharam pela internet e descartadas em seguida pela polícia nas investigações preliminares.


“Se o agressor quisesse matar, teria matado. Estava do lado. Daí, já é descartada a tentativa de homicídio. Chamou atenção o carro da vítima ter ligação com a política, mas o depoimento dela faz a gente descartar essa possibilidade”, disse Gláucio Paz, delegado-titular da 76ª DP (Centro), na qual o caso foi registrado como dano ao patrimônio e disparo de arma de fogo.


O carro da vítima está acautelado na sede policial e ainda vai passar por perícia para identificar que tipo de arma foi usada no atentado. Uma equipe de agentes devem ir ao local do crime para buscar imagens de câmeras de segurança.


“O próximo passo, naturalmente, é chegar ao autor. Por isso, equipes serão enviadas ao local para tentar localizarmos ele através das imagens do veículo. Infelizmente, a vítima não conseguiu anotar a placa toda”, disse Gláucio.


O coordenador da campanha do candidato a deputado estadual André Lazaroni, André Braga, lamentou o ocorrido. Desde que soube do ocorrido, ele desacreditava na motivação política.


“É lamentável uma discussão no trânsito chegar a esse ponto. Para mim ficou claro que não tem relação com a política”.


O agressor, assim que localizado, vai responder pelo dano ao patrimônio particular e disparo de arma de fogo. A pena mínima prevista é de dois anos. A polícia também vai procurar saber o porquê o autor estava armado, o que pode ser mais um agravante.

A Tribuna

PREJUÍZO DA PIRATARIA CHEGA A R$ 30 BILHÕES

A falsificação de produtos para o comércio tem aumentado significativamente em todo o estado do Rio de Janeiro. Segundo um levantamento feito pelo Fórum Nacional Contra a Pirataria e Ilegalidade (FNCP) divulgado recentemente, os prejuízos acumulados em 2013 ultrapassam os R$ 30 bilhões. Em alguns segmentos o Brasil lidera o ranking de contrabando. É o caso dos cigarros, importados ilegalmente do Paraguai. Em Niterói, de acordo com a Secretaria de Ordem Pública, 36 mil produtos falsos foram apreendidos e destruídos na sede da Guarda Municipal, em todo o ano de 2013, entre CDs e DVDs. Já em 2014, até o mês de agosto, a autarquia apreendeu 19 mil itens, o que representa uma média de 2,5 mil produtos apreendidos mensalmente.


Atualmente, o Brasil é o maior mercado de cigarros contrabandeados do mundo em números absolutos. A estimativa é de que, até o final de 2014, um terço do consumo nacional seja de produtos contrabandeados, o que irá significar uma evasão fiscal de R$ 4,5 bilhões de acordo com pesquisa realizada pelo Ibope Inteligência.
“Você vai procurar uma camisa de time de futebol, por exemplo, e não paga menos de R$ 100. Quando você procura as bancas de camelôs, na primeira banca os preços são de no máximo R$ 60. É quase a metade. Dá até para comprar as duas. Sei que não é correto adquirir produtos falsos, mas acaba sendo mais fácil e o material é bem parecido”, revela o cozinheiro Antônio Paredes, de 39 anos.


De acordo com uma pesquisa da Federação do Comércio do Rio (Fecomercio-RJ), entre os produtos mais falsificados no estado estão autopeças, CDs, DVDs, roupas, combustíveis e cigarros.


“Quem comete esse tipo de infração costuma ser reincidente, mas a Guarda Municipal os agentes da Seop estão frequentemente identificando essas pessoas fiscalizando e apreendendo essas mercadorias”, explica Marcus Jardim, secretário de ordem pública de Niterói.
Segundo o presidente do Sindicato dos Lojistas do Comércio de Niterói (Sindilojas), Charbel Tauil, a venda de produtos piratas acarreta muitos problemas para os comerciantes.


“De saída, quem vende produtos piratas consegue praticar preços menores do que o comerciante que vende mercadorias certificadas, paga impostos, salários e contribuições trabalhistas. Só por isso a pirataria já é daninha, pois permite uma concorrência desleal. A situação é pior ainda quando a oferta de produtos piratas ocorre fisicamente próximo ao comerciante que atua dentro dos limites da lei e da ética. Nas últimas décadas, boa parte dos estabelecimentos lojistas que vieram a fechar as portas em todo o Brasil sucumbiram justamente porque não tiveram como competir com a venda disseminada desses produtos”, diz Charbel.


Já em São Gonçalo, a prefeitura informa que através da Subsecretaria de Fiscalização e Posturas, realiza operações diárias para coibir o comércio ambulante irregular. Quando os fiscais se deparam com produtos suspeitos de falsificação, os encaminham à delegacia da área. Para ser determinado “pirata”, o produto precisa ser submetido à perícia no Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE), órgão pertencente à Polícia Civil.


“Somos o órgão responsável pela fiscalização do comércio ambulante irregular. Os produtos sem procedência ou com suspeita de falsificação são levados para a delegacia, que tem a responsabilidade de autuar as pessoas envolvidas e realizar as investigações para identificar, prender e desarticular as quadrilhas responsáveis por esse crime”, explicou o coronel José Luiz do Couto Mallmann, subsecretário de Posturas de São Gonçalo.

O cardeal arcebispo do Rio, Dom Orani Tempesta, decidiu que não falará sobre o assalto sofrido no Rio.Foto: Arquivo/ABrO cardeal arcebispo do Rio, Dom Orani Tempesta, foi assaltado na noite de segunda-feira, quando descia o bairro de Santa Teresa de carro, vindo da residência oficial no Sumaré para um compromisso no bairro da Glória, zona sul do Rio. O cardeal estava acompanhado do fotógrafo oficial da Arquidiocese do Rio, por um seminarista e pelo motorista do veículo.

 

O carro foi interceptado por três homens armados que exigiram que todos os ocupantes entregassem seus pertences. Um dos assaltantes reconheceu dom Orani, pediu desculpas, mas não mudou de ideia. Ele estava armado e levou o cordão, o crucifixo, caneta, o telefone e uma réplica do anel de ouro que dom Orani recebeu do papa Francisco, quando se tornou cardeal arcebispo, em cerimônia no Vaticano. De acordo com o assessor da Arquidiocese do Rio, Adionel Carlos, “o anel que o cardeal usa no dia a dia é de baixo valor, um anel comum. O anel recebido do papa só é usado em ocasiões especiais”. O assessor acrescentou que dom Orani já decidiu que não falará sobre o assalto.

Na ação, os criminosos levaram também o paletó e a mochila do motorista, além da batina do seminarista, que foram abandonados em Santa Teresa e recuperados pela polícia. Apenas a câmera do fotógrafo não foi recuperada até agora.

 

Em nota, a Polícia Civil informou que o caso foi registrado na 10ª Delegacia de Polícia (Botafogo) como roubo. Logo após o crime, os agentes fizeram diversas diligências e conseguiram recuperar os pertences do arcebispo, como um celular, o anel cardinalício, a cruz peitoral e dois terços de prata. Os pertences estavam dentro de uma mochila. Também foram recuperados uma batina e documentos de outros integrantes da comitiva do arcebispo.


O FLUMINENSE

Seis homens foram presos um menor apreendido após trocar tiros com policiais militares em SG. Foto: Colaboração / Anderson JustinoUma troca de tiros entre policias militares do 7°BPM e traficantes da comunidade Menino de Deus, no Centro de São Gonçalo, terminou com seis presos e um menor apreendido na manhã desta terça-feira (16).

 

Segundo a polícia, uma viatura da PM foi alvejada por traficantes da região, por volta de 08h30, quando passava pela Rua Aloísio Neiva, que fica próxima da comunidade.

Uma ação para prender os acusados foi iniciada. Houve perseguição por dentro da comunidade e troca de tiros. Ainda na operação, os policiais conseguiram capturar seis acusados e um menor, de 14 anos. Uma pistola, calibre 380, foi apreendida, além de um veículo roubado. Ninguém ficou ferido.

 

O grupo foi encaminhado junto com o material apreendido para a 73 DP (Neves), onde o caso foi registrado.


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Material apreendido foi levado para a delegacia. Foto: Divulgação/PRFUm homem foi preso transportando uma farta quantidade de drogas escondida no interior de um veículo de passeio, durante uma blitz da Polícia Rodoviária Federal (PRF), realizada na tarde desta terça-feira, na Rodovia Governador Mario Covas (BR-101), em Itaboraí. Segundo os agentes, o acusado, identificado como Alessandro Batista do Espírito Santo, de 39 anos, estava transportando cerca de mil cápsulas de cocaína já embaladas e prontas para a comercialização.

 

Segundo os policiais, eles estavam fazendo uma blitz de rotina na altura do quilometro 298 na pista sentido Rio Bonito quando resolveram abordar o carro em que Alessandro estava, um Vectra prata com placa da cidade de Campos dos Goytacazes, no norte do estado. Durante a fiscalização no interior do veículo foi encontrado uma sacola preta contendo o material entorpecente.

 

O acusado informou que conseguiu o material em uma comunidade localizada às margens da Avenida Brasil, na Penha, Zona Norte do Rio, e que a levaria para a cidade de Campos dos Goytacazes. Chegando ao seu destino, ele iria receber um ligação para que fosse realizar a entrega onde receberia o valor de R$1 mil, combinado pelo serviço prestado, mas que não sabia a identidade do contratante.

 

A ocorrência foi encaminha para a 71ª DP (Itaboraí).


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Dados colhidos a partir de 17/10/2011